sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Cantinho da biblioteca (I)


A minha vida faz-se ao contá-la e a minha memória fixa-se com a escrita; o que não ponho em palavras no papel, o tempo apaga-o!

(Isabel Allende in Paula)

9 comentários:

Vieira Calado disse...

Cada um tem a sua maneira de guardar as coisas.
No entanto, o tempo acabará por apagar tudo.
Um abraço.

Sammia disse...

Por isso é bom registrar. A escrita boa forma é para tal. Tomara que o tempo seja um pouco mais justo conosco e alonge por mais dias nossas lembranças.
Beijinhos querida.

Doses de Bruno Mocelin disse...

As vezes me odeio por não carregar um papel e uma caneta comigo. É uma história atrás da outra na cabeça, e como não tem espaço ou a culpa seja da minha memória fraca, esqueço quando crio outra história...
A Sam me indicou seu blog. Prazer, Bruno.
Aah seu nome me lembrou uma música "Sofia, quais aquelas que acediam estrelaaas?".
Tá, passe no meu blog pra tomar uma dose qualquer hora...

Mateso disse...

Se assim não fora como se chegara até aqui?
Gostei tanto.
Bj.

addiragram disse...

A escrita fixa o pensamento e a emoção, tornando-os mais e mais pensáveis...E, antes da escrita, a palavra..
O caderno fotografado é maravilhoso...Já não se estuda assim!

Huckleberry Friend disse...

Alguém disse que nada acontece até ter sido contado. Embora nem tudo na vida seja para contar (pelo menos na minha!), como travar o desejo de nos eternizarmos em palavras? Durarão para sempre? Não. Décadas, talvez séculos... ainda que durasse milénios, a recordação do que fomos/fizemos/sentimos/dissemos/sonhámos seria sempre efémera à escala do Universo. Enquanto estamos por cá, porém, essa ilusão consola, dá alento e, mais importante, enche prateleiras de coisas bonitas, estimula no mundo a partilha. Um beijo, querida bibliotecária!

Sofia disse...

Vieira Calado... há quanto tempo! A longo prazo tem razão, o tempo encarrega-se de apagar tudo!

Sammia, esperemos que sim! Não tenho uma memória boa nem para datas, nem para grandes histórias, mas sou de pequenos pormenores, pequenas lembranças! Um beijo

Bruno, o rapaz dos suspiros de Sammia! Prazer, Sofia!

Eu carrego sempre papel e caneta e muitas vezes escrevo enquanto caminho! Não conheço essa música, mas vou investigar, de quem é?... Adoro músicas com o meu nome, o Huck está sempre a descobrir novas!

Passarei no blogue sim!

Sofia disse...

Olá Mateso! A memória leva-nos a tantas partes... Ainda bem que gostou!

Addiragram, obrigada pelas tuas palavras! Gostei muito do que escreveste!
Eu gostava de estudar em caderninhos, mas caligrafias daquelas já não se arranja! Uma pena.

beijinhos

Sofia disse...

Querida bibliotecária gosto! Desculpa mas ainda não atinei com o carrapito e hoje esqueci-me dos óculos e da saia lápis (estão na moda, sabias?)! Mesmo assim já vou dando ares, com a minha pastinha!

Escreves sempre bonito e pões as memórias no papel... Gosto de ti porque a nossa história também se escreve e as nossas memórias estão espalhadas por inúmeras cartas, postais e folhas de papel!

um beijo especial