sexta-feira, 14 de março de 2008

'O poder de um sorriso'

Agora sim, posso responder-te com todos os sorrisos e com todas as lágrimas de alegria. Agora sim, podes olhar para mim, entrar no meu olhar e ver a verdade, ver o pôr-do-sol, a lua, as estrelas e a manhã de maresia. Podes entrar e sentar num banco de jardim e ficar comigo a ver-me sorrir para a vida, para a manhã, para o dia. É a alegria em gargalhadas e abraços felizes, é a felicidade desenhada em leves traços de pastel azul numa tela quase em branco. É um bate-bate do coração que também sorri e a magia do dia que ainda vem.

(Michael Jackson - Smile)
Nota: Ana, para ti, mil sorrisos.

9 comentários:

av disse...

Que bom que é ver tudo isso outra vez, miúda! Outra vez, não. Pela primeiríssima vez, porque é sempre a primeira vez quando apagamos tudo o que está para trás (tudo o quera mau, pelo menos) e recomeçamos do zero.
Adoro finais felizes, mas choro sempre porque sou uma mariquinhas...
Beijo grande

Mário disse...

Os happy endings podem ser pirosos, lamechas, sentimentalões, hollywoodescos ou apenas estimulantes das glândulas lacrimais, mas é inegável que são "happy".
E quem desdenha a felicidade e a alegria, privilegiando o sofrimento "do cilício" e a auto-flagelação, não é "boa gente".
Adoro happy endings, desde que sejam happy e que perfigurem endings. Adoro a capacidade de renascer das cinzas e de desafiar as estatísticas do destino.
Skol. Um pipopó bem aviado!

av disse...

Nem mais. Mas os mais bonitos são os happy endings que perfiguram beginnings, como me parece ser o caso...

Mário disse...

Beginnings de coisas novas, endings de coisas velhas. Exacto!

Sofia disse...

Aninhas, chorar? E de felicidade como eu. Choro sempre nas comédias românticas, quanto mais nos dramas! E acredita... está a ser um bom começo!

Beijinhos grandes

Mário, também sou particularmente adepta dos 'happy endings'! E quando há alguém a apoiar esses beginnings e esses endings, melhor! Obrigada!

beijinhos

av disse...

Querida, escrevi uma vez um poema/brincadeira que se chamava: "Da improbabilidade". Era assim:


É improvável um final feliz
com o luar em esteira sobre o mar
e um the end a azul, a bordejar
um fade out piroso, de aprendiz

É improvável um final que seja
muito diferente dos que conhecemos
que vá além dos truques que aprendemos
para fugir àquilo que se deseja

É improvável porque não lutamos
com medo de falhar mais uma vez
e os muros que construiu a sensatez
escondem de nós o mundo que sonhamos

É improvável, sim, mas não proibido
que a estatística nunca me venceu
quero um final feliz, um tu e eu
improvável, talvez, mas conseguido.


Ofereço-to, porque nunca fez tanto sentido como agora. O prazer que dá contrariar as estatísticas!
Um beijinho

Sofia disse...

A mim dá-me mesmo muito prazer, contrariar as estatísticas! Obrigada pelo poema... és uma querida!

Sonhadora78 disse...

Estatísticas... esses matemáticos não sabem o que dizem!!!! Os 'happy endings' conquistam-se e só são uma realidade para aqueles que perante todas as dificuldades continuam a deixar-se seguir pelo coração! Porque este sim deve sempre falar mais alto!!!!

BEIJO GIGANTE MIGA!!!!!

Sofia disse...

Obrigada Carolina! E tu sabes que sim, que podemos contrariar as estatísticas... batalha a batalha, mas chegamos à vitória!
beijos