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quarta-feira, 9 de julho de 2008

A dez dias de uma valsa

Ele vem aí...


Leonard Cohen - Dance me to the end of love

terça-feira, 8 de julho de 2008

No escurinho do cinema

Faz hoje uma semana que ela veio a Lisboa e eu estive lá!
Andava ansiosa com as horas de dança que me esperavam na arena do Coliseu - assim foi!
Dançar desde o primerio Flagra até ao Lança Perfume!

Flagra no Coliseu de Lisboa, 1 de Julho 2008

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Eu queria ir...

... e ainda não perdi a esperança!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Embalada em ternura

Foi uma noite belíssima, num concerto a meia-luz. Apesar do som e da idade, cantámos para aquele sorriso que há muito nos enternece e com aquela voz que dá a mão a tantos momentos importantes na nossa vida! Ontem, deixámo-nos levar pela onda de lárararás que surgiam entre um público tímido, que apenas sorria. Foi uma noite de ternura, de aplausos e de recordações de tantas vezes, tantas, que o cantámos por aí! Acorda-se com o embalo de Le temps de vivre e com desejos que hoje fosse ontem, para que esta noite se vivesse outra vez. Agora que ele canta apenas na telefonia do carro, dando banda sonora ao dia chuvoso e de olhar triste, fica a esperança de que um dia volte ao palco e que quem ontem 'nadou' possa amanhã dançar a sua preferida: Bahia.




Nota: Com esta música, deixo a minha homenagem a Zélia Gattai(São Paulo, 2 de julho de 1916 — Salvador, 17 de maio de 2008), uma baiana por amor!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Foi bom, não foi?

Sexta-feira foi dia de Knopfler no Campo Pequeno. Acho que ainda ando a 'passear no éter', depois do concerto. O meu computador teima em começar a tocar o Local Hero, mesmo quando eu não lho peço, a meio da noite! Mesmo assim, não amuo e deixo-o embalar-me, como naquela noite mágica.

Há dois anos, vi-o no Atlântico, quase colada à grade, a pular o tempo todo. Tinha sido tão bom que não quis perder esta vez, com outro cenário, com um novo CD para divulgar, mas tinha a certeza de que as minhas preferidas estariam por lá. Andei o dia todo com as músicas na cabeça, a saltitar de faixa em faixa, a ver se não me esquecia das letras ou não trocava as estrofes, como é meu hábito!

Chegada a hora, lá estava, à espera que a magia da guitarra inundasse a arena. ADOREI! Foi dançar o tempo todo, pedir bis e tris. E ficar com as músicas a passear pela cabeça!

Mark Knopfler tem o condão de pôr todo o público a cantar, mesmo que esteja só a tocar guitarra. Admito que chorei no Romeu and Juliet, no Brothers is Arms e que quase desesperei quando via a noite terminar sem o Going Home do Local Hero, que eu tanto queria 'tararear' e dançar, porque é, sem dúvida, a minha preferida de todas. E foi o meu presente da noite, a última, começando naqueles acordes tímidos e lentos. A música começou a desenhar-se e, quando percebi qual era, saltei sem parar e cantei-a toda, se é que dizer ná-ná-ná é cantar!

Desta vez não ficou na memória um abraço, mas muitos, e a certeza que para alguns seria o primeiro de muitos concertos.

Obrigada, Mark, pelo concerto e obrigada, Pedro, pelo presente! Para a próxima vamos outra vez!

quarta-feira, 12 de março de 2008

Se ele vem, eu vou!

Se ele vem, eu vou!


19 de Julho de 2008 - no Passeio Marítimo

Sou apaixonada por esta voz... muito mesmo. Lembra-me sempre um baloiço de jardim e uma voz que o cantava só para mim, em tardes de Primavera, num dormitar ao pôr-do-sol. Lembro-me desta voz vinda de dentro das prateleiras de uma biblioteca, enquanto dançávamos e jogávamos snooker, dando corridas à lareira para nos aquecerermos e voltarmos para dançar mais. Lembra-me os sorrisos, os olhares, de uma noite num quadradinho da minha sala ainda cheia de caixotes, numa longa valsa - momento de perfeita eternidade.